Rodrigo Gimenez on line "se é que é possível" é um blog destinado a todos os assuntos e temas de interesse geral, principalmente os MEUS e os SEUS (espero).... "Atualizado sempre que possível."
terça-feira, 13 de dezembro de 2016
sexta-feira, 11 de dezembro de 2015
Competências profissionais essenciais no século XXI
Estamos vivendo um momento, na história da humanidade, com inúmeros
acontecimentos inovadores e simultâneos ao redor do mundo que causam um
tremendo impacto na vida dos profissionais de qualquer nacionalidade e região.
Temos visto o aumento significativo de profissionais aventureiros, cruzando
fronteiras em busca de melhores oportunidades devido às crises econômicas, às
catástrofes, às guerrilhas ou simplesmente às novas possibilidades do mercado
global. O aumento do numero de estrangeiros trabalhando no Brasil é
surpreendente.
Este novo contexto empurra os profissionais para fora de sua "zona de conforto", porque na realidade o risco está justamente em "acomodar" e achar que as coisas são como sempre foram e continuarão sendo. Portanto, nos dias atuais, os profissionais precisam estar em constante movimento e desenvolvendo competências que garantam sua relevância profissional. Gostaria de destacar algumas competências que considero indispensáveis para o profissional deste tempo:
1. Conhecimento tecnológico e de novas tendências - Com a avalanche de novos produtos que têm sido disponibilizados para tornar as empresas cada vez mais inovadoras e eficazes em seus serviços e produtos, é preciso estar literalmente "antenado" para conhecer e utilizar estas novas tecnologias. Não basta, por exemplo, ter experiência de vários anos como garçom, quando se pretende trabalhar em um restaurante que utiliza novas tecnologias na execução dos pedidos dos clientes. Se não souber utilizar as ferramentas disponíveis, fatalmente perderá a vaga para outro profissional mais preparado.
2. Aprendizado contínuo - A empregabilidade dependerá também desta capacidade de se atualizar constantemente e fazer uma gestão consciente do conhecimento. Na Era da Informação, o conhecimento tornou-se absolutamente acessível com inúmeros cursos e graduações online, inclusive com valores mais baixos. Além dos vários cursos gratuitos disponibilizados por instituições sérias, como o SEBRAE e a FVG. Aprender é vital para a sobrevivência no mercado de trabalho. É preciso analisar coerentemente quais são os desafios futuros na caminhada profissional para se antecipar no aprendizado, criando diferenciais competitivos. Aprender novas línguas? Tecnologias? Pós-graduação? Agregar novas competências é fundamental!
3. Relacionamento interpessoal - O ambiente corporativo é composto por pessoas com diferentes culturas familiares, regiões e, cada vez mais, estrangeiros compartilhando os mesmos projetos. A capacidade de se relacionar bem com as pessoas torna o clima organizacional agradável, cria sinergia na equipe e possibilita um ambiente de brainstorming e trocas saudáveis de ideias. O bom relacionamento interpessoal é fruto de uma boa comunicação, postura profissional adequada, integridade, educação e respeito ao próximo. Está diretamente relacionado à atitude pessoal no local de trabalho. As estatísticas mostram que a maioria das pessoas é contratada por suas competências técnicas e demitida por suas competências comportamentais.
4. Visão global - A interatividade possibilitada pela internet está tornando as fronteiras cada vez menos distantes e realmente transformando o mundo em uma "aldeia global". Acontecimentos em países distantes geograficamente possuem um impacto tremendo em outras partes do mundo. O mercado mundial está completamente conectado e integrado fazendo com que alterações econômicas, políticas, sociais ou climáticas tenham influencias além do próprio país. É preciso enxergar mais do que o escritório, cidade ou país para antecipar possíveis mudanças, ameaças ou oportunidades profissionais.
5. Automotivação - O entusiasmo pessoal é fundamental para o desenvolvimento profissional contínuo. O profissional que se mantém motivado de "dentro para fora" possui muito mais comprometimento com sua profissão, pois possui antes de tudo um compromisso pessoal de crescimento e alcance de metas. Nem sempre o ambiente ao redor proporcionará ânimo e motivação aos colaboradores, portanto ser automotivado é um dos primeiros passos para estar acima da mediocridade, acima da média.
6. Equilíbrio emocional - O ambiente profissional está cada vez mais desafiador, com mudanças aceleradas, pressões externas, altamente competitivo e sem a antiga "zona de conforto". Tudo ao redor está em constante transformação e movimento. Não basta ter uma excelente formação acadêmica se o emocional estiver em desequilíbrio, pois é imprescindível manter a calma e saber administrar as emoções para lidar com as pessoas e as decisões. Muitas empresas, no processo seletivo para uma vaga, têm criado simulações de pressão ou tensão para ver a reação dos candidatos. Portanto, no gerenciamento de carreira é preciso focar não apenas na parte intelectual, mas priorizar o bem-estar emocional procurando manter uma boa rotina de lazer, exercícios físicos e alimentação saudável.
7. Inovação - A capacidade de inovar e "pensar fora da caixa" é de fato uma competência muito procurada pelas empresas do século XXI. O profissional que consegue criar novas alternativas no ambiente de trabalho apresenta comprometimento, conhecimento dos processos e habilidade de enxergar soluções. A inovação também é fruto de pessoas que questionam, duvidam, que não se conformam e estão sempre à busca de novos caminhos e possibilidades. Estes profissionais garantem os diferenciais competitivos das empresas e, portanto, são muito valorizados.
Internet das Coisas: o cenário atual e o que esperar do futuro digital
É
indiscutível que a conectividade presente a qualquer hora e em qualquer lugar
trouxe muitas inovações que abriram novas oportunidades de negócios, melhoria
da qualidade de vida, mais informação e entretenimento para nós, seres humanos.
Mas,
e as máquinas? No início, máquinas geravam dados simples, como alarmes sobre
aquecimento. Já com o advento da lógica digital e CPUs, esses equipamentos
evoluíram e se tornaram mais inteligentes e mais autônomos, mas sempre isoladas
no seu domínio de controle local.
Com
o advento da conectividade (Wi-Fi, celular, Bluetooth, etc), as máquinas podem
transmitir seus dados e informações de operação para outras máquinas, que por
sua vez podem ser outros equipamentos que trabalham em conjunto com esta
máquina, ou computadores que analisam os dados e tomam decisões de controle, as
vezes auxiliadas por interação do ser humano.
Essa
primeira etapa foi batizada de comunicação M2M (Machine to Machine), que tomou
forma no início do novo século e iniciou uma nova categoria no setor de
tecnologia, onde estabeleceram-se padrões e protocolos para garantir a
compatibilidade, desenvolvimento e evolução dos sistemas.
Com
a evolução dos sensores e barateamento das interfaces analógicas e digitais,
além de facilidades de baixo custo para conectividade, qualquer “coisa” que
gera ou consome dados se torna viável para transmitir ou receber os mesmos, e,
portanto, o termo M2M evoluiu para IoT – ou seja, a Internet das Coisas. Apesar
do termo “IoT” ter sido utilizado pela primeira vez em 1999, o universo prático
desta tecnologia só tomou forma nos últimos cinco anos.
Para
o público em geral, a IoT parece algo distante e que não deve trazer alterações
no dia a dia e em sua rotina, já que a impressão que temos é que IoT é algo
relacionado a operação das máquinas. Ou seja, que tem pouca relação com o
comportamento e os desejos do ser humano. Mas isso é um ledo engano.
Um
dos temas principais no IoT World Forum, realizado de 6 a 8 de dezembro em
Dubai (Emirados Árabes Unidos), é o de visualizar o objetivo maior de IoT. E a
conclusão foi que a IoT vai trazer mais felicidade ao ser humano, por meio da
melhoria na qualidade de vida proporcionada por sistemas inteligentes. Como,
por exemplo, menos congestionamentos e menos poluição, maior oferta de água
potável em países mais necessitados, o aumento do rendimento das plantações de
alimentos, diminuição das taxas de defeitos nos aparelhos que nos ajudam no dia
a dia, mais segurança nas grandes cidades, maior eficiência e pontualidade nos
veículos de transporte de massa, entre muitos outros.
Adicionalmente,
a IoT vai gerar gigantescos conjuntos de dados e análises dos mesmos que tem
tremendo valor comercial. Por isso, novos modelos de negócio vão surgir. Mas,
em que estágio estamos com a IoT? Aqui no IoT World Forum, um dos pontos focais
foi analisar os incentivos do mercado para implementação de sistemas de IoT e
as estratégias de como chegar lá com sucesso.
Alguns
dados sobre a Internet das Coisas podem exemplificar isso (números do próprio
evento):
-
58% das empresas do mercado dizem que IoT é estratégico para seu futuro;
- Atualmente o crescimento de sistemas de IoT tem dobrado ano a ano;
- 54% das empresas concordam que a maior oportunidade está em B2B e B2B2C;
- O número de conexões IoT nas fabricas cresce 204% no comparativo ano a no.
- Atualmente o crescimento de sistemas de IoT tem dobrado ano a ano;
- 54% das empresas concordam que a maior oportunidade está em B2B e B2B2C;
- O número de conexões IoT nas fabricas cresce 204% no comparativo ano a no.
Já o
crescimento de 2013 para 2015 apresenta os seguintes números (estimados para
esse ano):
-
Sensores colocados no mercado: 10 bilhões em 2013 e 55 bilhões em 2015;
-
Conexões de IoT: 11 bilhões em 2013 e 18 bilhões em 2015;
-
Conexões M2M: 43 bilhões em 2013 e 73 bilhões em 2015;
-
Empresas participantes em consórcios e associações da IoT: 44 em 2013 e 354 em
2015.
Investimentos:
-
Desenvolvedores focados em IoT: 291 mil em 2013, 813 mil em 2015;
-
Startups em IoT: 127 em 2013 e 1502 em 2015;
-
Investimentos de VC: US$1,1 bilhão em 2013 e US$2 bilhões em 2015.
Oportunidades:
-
Receita gerada por IoT: US$548 bilhões em 2013 e US$780 bilhões em 2015;
-
Receita de serviços de M2M: US$79 bilhões em 2013 e US$122 bilhões em 2015;
-
“Coisas” não conectadas em 2013: 99.25% e em 2015: 98,85%.
A
mensagem e previsão para o ano de 2020:
-
50 bilhões de “coisas” conectadas;
-
US$11 trilhões de dólares em novos negócios.
Tudo
isso gera novas categorias de negócio, cria cidades inteligentes e transforma
economias no mundo todo. O que está acontecendo neste momento é que estamos em
um universo onde o smartphone é o centro do ecossistema. Mas, em 2020, o
ecossistema será de unidades conectadas uma a outra, criando uma transformação
digital que vai permitir ver e realizar ações de forma inteligente (chamado de
“smart insights”). Estamos indo da fase onde a “inteligência” das máquinas está
embutida e isolada, para a fase de conexão e troca de dados entre as mesmas,
culminando em sistemas que tomam decisões inteligentes. Em resumo, IoT é
inteligência distribuída, interagindo e presente em todo lugar.
Imagine
que, segundo Eric Schmidt, CEO do Google, foram gerados 5 Exabytes de
informação desde o nascimento da civilização até hoje. Mas, já em 2003,
estávamos gerando este volume de dados a cada 2 dias na Internet. Com a IoT,
teremos múltiplos de Exabytes sendo gerados, e já podemos imaginar as
conclusões que poderemos extrair deste banco de dados para a melhora da vida no
planeta.
Sabemos
até onde chegaremos com IoT? É difícil imaginar. O próprio Tim Barnes-Lee, o
inventor da Internet, disse: “Eu jamais imaginei o que iria ser criado devido a
invenção da Internet”. E, se o que veio depois da invenção da Internet, que
objetivava um sistema simples de troca de e-mails e documentos, é uma previsão
do que vai vir após a definição e padronização de sistemas IoT, teremos que nos
preparar para uma revolução nunca vista no universo digital – e que será
tratada em nosso próximo artigo.
*Alexandre
Hebra é presidente e CEO da Gates LLC. O executivo esteve em Dubai (Emirados
Árabes Unidos) para participar do evento “Internet of Things World Forum”,
promovido pela Cisco.
Fonte:
ComputerWorld
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015
Vagas de TI na cidade de São Paulo crescem 30%
Cidade de São Paulo concentra 30% das vagas de TI no Brasil
Oportunidades na área de tecnologia crescem três vezes em comparação as demais profissões. Salários no município também superam média nacional
A capital paulista concentra 30% de toda a força de trabalho da área de tecnologia da informação no Brasil. A cidade também se destaca por prover uma remuneração superior à média salarial nacional. A constatação é de um levantamento da empresa de recursos humanos Kelly Services.
O estudo, realizado entre os anos de 2010 e 2013, mostrou que a cidade registrou um crescimento na oferta de empregos nesse segmento três vezes maior do que a média de todas as profissões.
O estudo apontou que o município de São Paulo ocupava cerca de 90 mil profissionais de TI nos anos pesquisados. A expectativa da consultoria é que esse número salte para algo entre 130 mil e 150 mil até o final de 2015. “A profissão de Engenheiro de TI gerou 48% a mais de vagas no período. Gerente de TI cresceu 29% e Analista de TI 28%”, indica um relatório.
O documento informa ainda que, em média os paulistanos que trabalham na área recebem um salário de R$ 83 mil, contra R$ 74 mil da média nacional. Os cargos com maior disparidade são: Gerente de TI, que no município ganham um salário médio de R$ 170 mil contra R$ 118 mil no resto do Brasil; e de Engenheiro de TI (R$ 158 mil contra R$ 110 mil).
Já um Administrador de Sistemas que trabalha na capital paulista recebe, em média, R$ 13 mil a mais por ano do que no restante do País (R$ 79 mil contra R$ 66 mil). A posição com menor diferença é a de Analista de TI. De acordo com o levantamento, este profissional ganha R$ 72 mil por ano, enquanto a média nacional é de R$ 70 mil.
O estudo também mostra que o campo de atuação de TI é bastante amplo, pois identificou dezenas de segmentos que abrigam esses profissionais. A área de Desenvolvimento de Programas lidera a lista com 17%, seguida por Bancos/Finanças e Consultorias de TI.
17 mil vagas abertas
O ano de 2015 começou repleto de oportunidades para quem quer trabalhar com tecnologia da informação. A Catho, site de recrutamento, atualmente contabiliza cerca de 17,3 mil vagas para profissionais de TI em aberto.
A maior parte das ofertas ativas é para programadores (4,1 mil), seguido de analista de suporte (2,8 mil), analista de sistemas (643), técnico em informática (599) e analista de testes (294).
Fonte: http://computerworld.com.br/
quinta-feira, 26 de dezembro de 2013
2014, o ano da consolidação do Big Data
No ano em que o Brasil sedia a Copa do Mundo é esperado que Terceira Plataforma de Computação, pós mainframe e PCs, ganhe um grande impulso no País. Analistas de mercado e indústrias preveem que esse tema consumirá boa parte da agenda dos CIOs e fornecedores de TI no Brasil em 2014 pela pressão que as companhias estão enfrentando para ganhos de eficiência operacional e transformação dos negócios.
O setor espera investimentos maiores em projetos baseados nos quatro pilares desse conceito, que são cloud computing, mobilidade, Big Data e social business. Ao mesmo tempo, a disseminação dessas megatendências traz desafios para o Brasil. Entre os quais a necessidade de ampliação das redes de banda larga com conexões mais baratas, redução dos custos de data center, capacitação de mão de obra especializada e definição de questões regulatórias como na área de segurança.
A expectativa do mercado é que alguns desses entraves sejam resolvidos no próximo ano, quando o Brasil estará no centro das atenções do mundo por ser sede da Copa do Mundo e também por causa de outros eventos. Em 2014, o País terá duas eleições e em 2016 será o anfitrião das Olimpíadas, o que obrigará investimentos em novas tecnologias e infraestrutura para processamento.
Big Data em busca de seu espaço
Entre os quatro pilares da Terceira Plataforma o que está menos desenvolvimento no Brasil é o Big Data, por ainda ser um conceito novo. A sua proposta é ajudar as companhias a lidar com grandes volumes de dados, coletando informações em tempo real de redes sociais ou transações de negócios para tomada de decisão com mais assertividade.
Porém, o conceito gerou confusão no mercado sobre o que são ferramentas analíticas de dados e analistas do Gartner acreditam que esse ruído vai atrasar o crescimento dos negócios nessa área e retardar os projetos de Big Data. O alerta é de João Tapadinhas, diretor de Business Intelligence do Gartner.
Tapadinhas afirma que há uma dificuldade por parte das empresas em entenderem sobre o uso correto das ferramentas analíticas, o que faz com o processo de decisão de compra se torne mais lento. Esse problema já existia antes da propagação do conceito de Big Data, segundo o analista do Gartner. “Muitas companhias fizeram investimentos em BI analítico e não tiveram o retorno esperado”.
Como resultado disso, os negócios nessa área, que haviam registrado crescimento de 17% em 2011, fecharam com queda de 7% em 2012. Tapadinhas espera que as vendas de ferramentas analíticas voltem a crescer, chegando a patamares de 10% até 2016.
A indústria tem parcela de culpa pela confusão gerada no mundo das tecnologias de inteligência de dados. Mas o analista do Gartner percebe um esforço delas em tentar orientar o mercado. “Em 2015, a maioria dos fornecedores de ferramentas analíticas terá ofertas diferenciadas”, acredita Tapadinhas.
O presidente da Teradata Brasil, Sérgio Farina, confirma que muitas companhias ainda estão tentando entender como extrair valor do Big Data. “Estamos ainda em momento de laboratório”, diz, indicando que setores como varejo e telecom estão entre os segmentos interessados em se apoiar em ferramentas para análises de dados.
“Em 2013, percebemos que o mercado estava aberto a ouvir falar sobre Big Data no Brasil”, conta Ana Claudia Oliveira, gerente de vendas para América Latina da Pivotal, unidade de negócios da EMC. Ela acredita que 2014 será o ano em que as iniciativas vão se transformar em projetos reais. Seu argumento é de que as implementações são complexas, envolvendo mudança de processos, procedimentos, preparação do ambiente e também a capacitação de mão de obra. O cientista de dados é um talento escasso no Brasil.
Tendências para 2014, no mundo
A confusão à volta da ideia de Big Data vai restringir os gastos em BI e software de análise de dados levando o crescimento para um ritmo de apenas um dígito nos próximos dois anos, de acordo com o Gartner. No entanto, o enfoque dos CIOs em BI parece destinado a continuar diz a consultora.
“A medida que o custo de aquisição, de armazenamento e de gestão de dados continuar a cair, as empresas começarão a descobrir os efeitos práticos da aplicação de BI e análise de dados em um conjunto muito maior de situações“, afirma o vice-presidente do Gartner, Ian Bertram. Mas, apesar do forte interesse em BI e análise de dados, a confusão em torno da ideia de Big Data continuará inibindo os gastos com BI e software de análise.
Até 2016, os prestadores de serviços deverão concretizar negócios fechando a lacuna entre tecnologia de Big Data e os modelos de negócio. Com o amadurecimento crescente do conceito e a disponibilidade de novos produtos, as análise de Big Data vão se tornar mais relevantes, vulgares e, em última análise , extremamente perturbadoras.
Pesquisas recentes do Gartner mostram que apenas 30% das organizações têm investido em Big Data , dos quais apenas um quarto (oito por cento do total) o fizeram já em modo de produção . No entanto, alguns confusão e incerteza sobre a complexidade dos sistemas fizeram os ciclos de encomendas desacelerarem, enquanto os gestores do orçamento tentavam conjugar os melhores modelos de negócio com a ferramenta certa.
A análise de dados continuará a permanecer na vanguarda para os CIO, e os prestadores de serviços tentarão sedimentar grande parte da confusão. As diferença deixarão de existir completamente quando os serviços forem comercializados como produtos.
Além disso, haverá uma confluência de ciclos de maturação de tecnologia, previsto para 2016.
Na opinião da Information Builders, sete tendências vão marcar o universo dos dados já em 2014.
São as seguintes:
1. O conceito Big Data perderá destaque
O termo Big Data não repercutirá tanto como nestes últimos anos, embora, evidentemente, os volumes de dados continuem a crescer. Até o fim de 2014 voltaremos a chamar o Big Data de dados históricos, ainda que continuemos a nadar em oceanos de informação. Ou seja, o crescimento dos dados continuará a ser um grande problema ou uma grande oportunidade, conforme seja encarado.
2. O ano das aplicações
Haverá um aumento significativo no uso de aplicações analíticas em comparação com o emprego de ferramentas tradicionais de análise de informação. Mas não serão as “aplicações analíticas” que os fabricantes desenvolvem e que trazem consigo modelos de dados padrão e pacotes de criação de relatórios universais.
Os analistas preveem o surgimento de aplicações como as que temos nos nossos smartphones: leves, interativas, orientadas para o negócio, fáceis de usar sem necessidade de formação especial. Aplicações dirigidas aos usuários finais em todas as áreas de negócio. Se forem obtidos resultados satisfatórios neste campo a partir de um ponto de vista de velocidade e flexibilidade, a sorte estará lançada para as ferramentas analíticas tradicionais, cada vez mais difíceis de justificar.
3. O advento das máquinas
Muitos especialistas que discutem sobre Big Data centram-se em dados desestruturados, criados pelos seres humanos, como os provenientes das redes sociais. Continuaremos a observar uma ênfase neste campo embora, já em 2014, comecem a ganhar mais relevância os dados criados pelas máquinas (incluindo os provenientes da Internet das Coisas), que crescerão mais rápido do que qualquer outra fonte de Big Data utilizada para fins analíticos. Esta realidade será especialmente evidente nos setores da indústria de manufatura e na área da saúde.
4. Gestor de dados será o próximo posto de trabalho em evidência
O cargo de “Data Scientist” (cientista de dados) deu o que falar em 2013 mas, tendo em conta que os volumes de dados continuarão a crescer no seio das empresas, a tendência é uma maior ênfase à gestão e supervisão da informação e não apenas à parte científica. Como consequência, emergirão novos postos de trabalho como o de “Data Steward” (gestor de dados) que, em última instância, não deixa de ser um profissional com perfil comercial que entenda os dados e saiba como qualificá-los no decurso de um projeto.
5. A ascensão da “data discovery” de dados integrados
As ferramentas de “data discovery” têm conquistado um êxito relevante na indústria durante os últimos anos, o que tem trazido consideráveis benefícios aos fornecedores deste tipo de tecnologia. Contudo, existe cada vez mais frustração entre os usuários de ferramentas estanques de “data discovery”. Muitos deles desconhecem como manipular os dados para obter os resultados esperados.
Em numerosas ocasiões, tem acontecido de os dados não serem provenientes do sistema adequado, conterem erros ou não se encontrarem no formato adequado para a sua integração com outros dados. Para evitar estes tipos de situações, os fornecedores deverão ser capazes de integrar os dados de confiança dos seus clientes com os programas de visualização existentes.
6. A qualidade dos dados, um problema em crescimento
O número de incidências em matéria de integridade da informação aumentará de forma significativa, especialmente no que se refere à análise de Big Data. Tendo em conta que cada vez mais organizações estão tomando as suas decisões estratégicas com base em dados puros, este problema tende a aumentar. Em 2014, o foco sobre a qualidade dos dados vai intensificar-se de maneira notável.
7. Convergência analítica
A convergência da análise preditiva, a “data discovery”, os sistemas de informação geográfica (SIGs) e outras soluções de Analytics comandarão a nova era da automatização analítica através da aprendizagem automática, o ETL inteligente e outros processos automatizados. Diferentes tecnologias estão voltando-se para a mesma direção, mas devem destacar-se dois exemplos.
Em primeiro lugar, os analistas estão deparando-se com a existência de grandes volumes de dados, inúteis em si mesmos e estão se vendo obrigados a extrair os subconjuntos mais relevantes para poder desenvolver algum tipo de análise. Graças à convergência da análise estatística com as funcionalidades de ETL e extração de dados, os analistas poderão fazer uso da precisão da análise preditiva para discernir quais conjuntos de dados devem extrair.
Por outro lado, as tecnologias de aprendizagem automática estão reunindo grandes conjuntos de dados e situando-os em grupos pré-agregados para que os cientistas de dados tenham a possibilidade de analisá-los de forma mais perfeita e rápida.
FONTE: http://cio.uol.com.br/
quinta-feira, 21 de novembro de 2013
Uso indevido da internet pode levar à demissão por justa causa
Trocar ideias e fotos com os amigos no Facebook, ficar horas teclando
em sites de bate papo e até mesmo dar umas espiadas em sites pornográficos,
devem ficar atentas, já que a prática pode provocar uma demissão por justa
causa e a perda dos direitos trabalhistas, como o seguro desemprego, aviso
prévio e o saque do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço - FGTS.
Na Justiça do Trabalho, o número de demissões por justa causa devido ao uso inadequado das ferramentas digitais no ambiente corporativo vem aumentando significativamente. Segundo o advogado trabalhista da IOB Folhamatic EBS, empresa do Grupo Sage, Glauco Marchezin, está é uma tendência que acompanha o índice de crescimento das ofertas no mercado de trabalho. "No Brasil, há mais gente trabalhando com carteira assinada. Muitos não têm experiência no trabalho formal, desconhecem a Consolidação das Leis Trabalhistas - CLT e o próprio contrato de trabalho. Por isso, acham normal ficar horas na internet da empresa resolvendo casos pessoais".
Na Justiça do Trabalho, o número de demissões por justa causa devido ao uso inadequado das ferramentas digitais no ambiente corporativo vem aumentando significativamente. Segundo o advogado trabalhista da IOB Folhamatic EBS, empresa do Grupo Sage, Glauco Marchezin, está é uma tendência que acompanha o índice de crescimento das ofertas no mercado de trabalho. "No Brasil, há mais gente trabalhando com carteira assinada. Muitos não têm experiência no trabalho formal, desconhecem a Consolidação das Leis Trabalhistas - CLT e o próprio contrato de trabalho. Por isso, acham normal ficar horas na internet da empresa resolvendo casos pessoais".
Para
evitar esse tipo de problema, em muitas empresas, o uso da internet é
controlado. Além disso, grande parte das empresas possui regras de condutas que
regulamentam o uso da rede. Entretanto, não são poucos os empregados que acabam
negligenciando essas informações. É com base no artigo 482 da CLT que todo
empregador tem o direito de demitir o empregado por justa causa, caso este
venha a cometer qualquer ato de indisciplina ou insubordinação: "Vale
ressaltar que a desobediência a uma ordem específica, verbal ou escrita,
constitui ato típico de insubordinação, de indisciplina. Entretanto, o uso
constante da internet no ambiente de trabalho para questões pessoais é um tipo
de falta considerado leve. Por isso, a maioria dos empregadores não demite por
justa causa num primeiro momento. Sendo assim, aplicam advertências oral e por
escrito, e até mesmo suspensão. Contudo, em caso de reincidência, a justa causa
pode ser perfeitamente aplicada", orienta Glauco.
Na
opinião do especialista do Grupo Sage, outro fato que pode contribuir para a
justa causa é a redução da produtividade do empregado. "O funcionário que
utiliza a internet do computador da empresa para questões pessoais está lesando
o empregador que paga seu salário para que produza para a empresa. A situação
piora ainda mais nos casos de acesso a sites pornográficos. Nesse caso, o
empregador pode enquadrar o empregado em incontinência de conduta, que é um
desvio de comportamento ligado à sexualidade".
FONTE: De León Comunicações
Mindset, o nosso maior inimigo ou um deles...
Os americanos adotam a
terminologia "Mindset" para representar o modo dominante como vemos,
compreendemos e julgamos as coisas à nossa volta, o que por sua vez norteia as
nossas ações no dia a dia profissional, pessoal e também o mundo dos negócios.
Este termo, numa tradução coloquial e livre, significa: modelo mental
predominante, forma institucionalizada de enxergarmos as coisas ou também
paradigma pessoal ou empresarial.
Entendo que outro grande
desafio da maioria das empresas que buscam melhores resultados é também mudar o
"mindset" existente, ou seja, apoiar as pessoas a pensarem de forma
diferente e reverem aquilo que elas têm feito, facilitando o difícil caminho de
pensar "fora da caixa" ou pelo menos cogitar ideias diferentes e que
podem ajudar na superação de desafios, algo que acaba sendo abafado com o
passar dos anos e convivência numa mesma profissão, atividade ou meio
empresarial.
Uma forma clara de
identificar o quanto um determinado "mindset" pode estar ajudando ou
prejudicando um determinado negócio, é prestar muita atenção naquilo que as
pessoas afirmam no dia a dia, o quanto elas defendem certas ideias no
desenvolvimento de projetos, criação de produtos/soluções, resolução de
problemas, estabelecimento de diretrizes ou até mesmo em reuniões cotidianas da
empresa e o quanto tudo isto impacta em colaboração, sinergia, motivação e
criatividade ou emperra, negativa e colabora para desconectar pessoas e impedir
o desenvolvimento de relacionamentos profissionais sadios e produtivos.
Outro fator também bastante
preocupante e que tem a ver com a máxima de princípios de liderança (influência
e modelagem de comportamentos), é o quanto os líderes de uma empresa estão
incentivando ou reforçando um determinado "mindset", fazendo isto
principalmente através de suas orientações e afirmações ou, tristemente, da
defesa intransigente de posicionamentos questionáveis. Líderes com um
"mindset" negativo ou pessimista pode colocar um negócio, uma empresa
e todo um time a perder, e diante disto não há estratégia, investimento ou
recursos que possam reverter resultados ruins que são alimentados diariamente
por um "mindset" negativo.
Ao refletir sobre este tema,
eu chego a estar convicto de que o grande problema de muitos negócios
atualmente não está na concorrência acirrada e muitas vezes desleal, na falta
de capital ou investimento, nas estratégias adotadas, na gestão dos recursos
disponíveis, na forma como as ações são executadas ou até mesmo sobre como uma
equipe é gerida, hoje o grande problema das empresas é desafiar o
"mindset" predominante, principalmente quando faz parte de um quadro
patológico, o que em última instância dirige pessoas, mentes e corações.
Penso que neste assunto, todos
os líderes de empresa e as equipes que fazem parte de um negócio precisam
aprender a reaprender, precisam se esforçar a desconstruir paradigmas - muitas
vezes criados e reforçados por eles mesmos, precisam adotar ações eficazes que
ajudem todos a pensar diferente e com isto encontrar novos e melhores caminhos
e soluções além daquelas que o "mindset" predominante diz ser
possível.
Existem inúmeras perdas que
podem ser citadas quando a empresa e seus líderes estão tomados por uma forma
de pensar e agir inadequada, entre elas, gostaria de ressaltar: a perda de
talentos, a disseminação de uma cultura de medo e cinismo, o bloqueio da
criatividade, o aumento do estresse e a pressão no desenvolvimento de
atividades corriqueiras e principalmente a falta de confiança.
Os maiores inimigos de um
negócio não estão fora dos muros da empresa, os maiores inimigos estão dentro
da própria empresa, o que podemos chamar de "inimigos internos" que
nascem, crescem e se alimentam dia a dia do "mindset" predominante,
que quando negativo, impede o crescimento de negócios, mata sonhos e destrói
projetos.
Como cita o escritor e consultor Roberto Shinyashiki: Vencer não é competir com
o outro. É derrotar seus inimigos interiores. Desafie o "mindset"
predominante do seu negócio e você vai ser surpreendido com os resultados
positivos!
Fonte: rh.com.br
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
Carta a meus pais e avós
Texto de Autoria de: Tarso Firace
Carta a meus pais e avós, e a todos os pais e avós e assim por diante, meus e de meus amigos e amigas;
Queridos pais e avós e assim por diante.
Vou chamá-los apenas de pais e avós.
Sei que muito de cada um de nós está em vocês.
Dou-me conta de que todos vocês estão em mim. Mesmo que tenham vivido em outras épocas, com ideias e idiomas diferentes, outro sexo, mesmo assim. Todos vocês são um em mim. Vocês são a janela de possibilidade por onde eu pude vir. Venho da multiplicação amorosa de vocês.
Mesmo que estejamos em mundos distantes, vocês estão no meu mundo. Minha pele é a mistura da pele de vocês. Meu corpo, minhas características físicas todas advém de vocês.
Sou a extensão viva de vocês, fazendo a experiência de viver como sendo eu mesmo.
A relação entre vocês, seja lá como tenha sido, constitui a minha capacidade de relacionar-me. Seus desejos rondam os meus. Suas crenças contornam as minhas. Suas mágoas ressentem-se nas minhas. Sinto em mim o desejo de realizar o que vocês não puderam.
Mais do que prolongação de vocês, sou a chance de ir além.
A oportunidade de expandir o amor e a verdade em nossa família, e avançar o nosso destino comum.
Por essa razão, terminar um projeto é para mim, é como concluir, de alguma forma, o projeto de vocês.
Superar uma mágoa ou um trauma é curar a nossa vida. Isso me dá muita força para seguir e conseguir (seguir com). Sinto que ao realizar-me, atenuo, ao menos um pouco, o peso das frustrações e fracassos acumulados em nós.
Queridos pais e avós,
Sou o amalgama vivo de todos vocês.
Mas somente fazendo uma vida com a minha cara, é que posso honrar a vida de vocês. Permitam-me experimentar outras harmonias e ritmos que não são os seus, trilhar outros caminhos, ultrapassar o conhecido por vocês. Se me arrisco mais, me exponho mais, se tomo outra rota, se uso outros acordes, saibam que essa minha sonoridade irá se somar à de vocês na grande música do universo.
Se eu puder amar com toda força a vida que faço, poderei de algum modo, liberar o amor que não pode ser amado na vida de vocês. Se puder ser útil nessa vida, e produzir algo bom, novo e sincero, poderei fazer isso por todos nós.
Sinto que cada célula do meu corpo canta em agradecimento à vida. Porém, se não puder colocar a mim e aos meus filhos na correnteza da evolução, ficaremos todos à deriva nos redemoinhos dos ressentimentos, e do pequeno amor.
Para isso preciso da benção de vocês. Para nos colocar nesse fluxo inteiro indivisível. Preciso da essência de vocês, para que meus filhos conheçam a própria essência.
Somente por vocês tenho acesso ao primeiro homem. E só quando este passar por todos é que poderemos acessar o último.
Que maravilhosa simetria!: o homem se vendo na vida, e a vida se refletindo no homem.
Saibam queridos avós, que vocês tem um cantinho aqui comigo. Fico por aqui mais um tempo, até me reunir com vocês mais tarde. Quando todos juntos seremos o rosto vivo da imensa vida.
Obrigado, um beijão.
BORBOLETAS
BORBOLETAS
Quando depositamos muita confiança ou expectativas em uma pessoa, o risco de
se decepcionar é grande.
As pessoas não estão neste mundo para satisfazer as nossas expectativas, assim como não estamos aqui, para satisfazer as dela.
Temos que nos bastar... nos bastar sempre e quando procuramos estar com alguém, temos que nos conscientizar de que estamos juntos porque gostamos, porque queremos e nos sentimos bem, nunca por precisar de alguém.
As pessoas não se precisam, elas se completam... não por serem metades, mas por serem inteiras, dispostas a dividir objetivos comuns, alegrias e vida.
Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com a outra pessoa, você precisa em primeiro lugar, não precisar dela. Percebe também que aquela pessoa que você ama (ou acha que ama) e que não quer nada com você, definitivamente, não é o homem ou a mulher de sua vida.
Você aprende a gostar de você, a cuidar de você, e principalmente a gostar de quem gosta de você.
O segredo é não cuidar das borboletas e sim cuidar do jardim para que elas venham até você.
No final das contas, você vai achar não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você!
“O segredo é não correr atrás das borboletas... É cuidar do jardim para que elas venham até você.” Mario Quintana
sábado, 9 de fevereiro de 2013
Oito frases que podem fazer seu chefe perder a paciência
Meça bem as palavras na hora de justificar o atraso da entrega de um
projeto ou pedir providências para resolver problemas com sua equipe. Elas
podem prejudicar seu crescimento profissional.
FONTE: DAVE WILLMER, COMPUTERWORLD/EUA
Manter um bom relacionamento com
o chefe é fundamental para galgar novos postos na empresa em que você trabalha
e evitar demissões. Seu empenho pelo cumprimento de metas, esforço extra quando
solicitado, disposição para colaborar na solução de projetos críticos são
alguns dos fatores que contribuem para fortalecimento dessa relação.
Mas todo esse castelo pode ruir
em questão de segundos, com apenas algumas palavras. O diretor executivo da
Robert Half, Dave Willmer, destaca oito frases que podem fazer qualquer chefe
perder a paciência.
1- “Sabe aquele projeto que deveríamos entregar amanhã? Então, não vou
dar conta”
É importante comunicar ao chefe
quando um projeto está ameaçado e dar a notícia antes de a situação ficar
crítica. Esconder o problema até o último minuto pode transformar uma simples
lombada na pista em um engavetamento monstruoso. Dê ao gerente de projetos a
oportunidade de sanar um acontecimento que pode comprometer o resultado.
2- “Isso não é minha função”
A falta de mão de obra fez
aumentar o valor de profissionais de TI dispostos a resolver qualquer problema
que apareça. Não é uma questão só de moral, de entregar-se pelo bem do
coletivo. Os benefícios de um comportamento que o motiva a se mobilizar fora da
própria zona de conforto aparecem quando você percebe que suas habilidades
foram agraciadas e que adquiriu experiência, abrindo as portas em sua carreira
profissional.
3- “Ah, então era isso que você queria? Foi mal”
Quando não souber exatamente o
que é esperado de você, peça que expliquem melhor quando surgir a dúvida. É
melhor do que sair disparado em uma direção para, depois, ver que era o caminho
errado.
Perguntar sobre os detalhes de
uma tarefa antes de iniciá-la também demonstra que você está pensando de
maneira estratégica, no lugar de limitar-se a cumprir ordens. Um exemplo é
perguntar: “Querem que eu rode esse teste nos outros servidores também, para
ver se há problemas?”
4- “Fulano(a) é uma mala! Por favor, tome providências”
Faça tudo que estiver o seu
alcance antes de perturbar o gerente com questões de relacionamento pessoal na
empresa. Seu colega não o atende por email? Já tentou falar com ele pelo
telefone ou até fazer uma aproximação pessoal? Mas atenção: condutas que violam
os preceitos básicos de relacionamento profissional devem ser imediatamente
informadas ao gerente.
5-“É chato dizer isso, mas é tudo culpa de sicrano(a)”
Quem avalia o desempenho dos
integrantes da equipe é o gerente. Quando um projeto não sai de acordo com o
esperado, mostre eficiência e dê sugestões de como melhorar resultados futuros,
em vez de liderar a caça às bruxas. Sublinhar faltas e deficiências dos outros
não inspira confiança em sua habilidade de trabalhar em equipe.
6- “Quer ser meu amigo no Facebook?”
Convidar um chefe a entrar para
seu seleto grupo de amigos na rede social não leva a lugar algum. Na melhor das
hipóteses – aquela em que o chefe aceita figurar entre seus “amigos” – essa
operação pode resultar em desastre, no caso de detalhes íntimos e pessoais
criarem manchas em sua imagem profissional.
Fique atento para o fato de que
vários chefes preferem manter clara a fronteira entre o profissional e o
privado. Quase metade dos entrevistados em pesquisa disse não se sentir
confortável sendo amigo de seus subordinados.
7- “Achava que você não precisasse saber disso”
Mesmo os gerentes que deixam a
equipe trabalhar com liberdade e limitam seu envolvimento à observação fazem
questão de ser informados sobre o andar da carruagem. Ao enfrentar uma situação
em que não sabe ao certo se deve ou não passar o problema adiante, faça de
conta que é você o chefe e pergunte: Quero saber disso? Essa informação vai
ajudar a melhorar a performance da equipe e otimizará os resultados?
Até informações do tipo “está
tudo conforme esperado” são valiosas. Elas demonstram que você está efetivamente
no controle da situação.
8- “Fui!”
Substituir alguém em uma equipe
enquanto as engrenagens se movem é um processo custoso na perspectiva
financeira e de tempo. Aliás, manter os integrantes de um time a bordo
constitui, muito provavelmente, uma das maiores atribuições da gerência.
No lugar de manter seu chefe às
escuras quando o seu objetivo é largar a empresa, ponha as motivações para o
seu desligamento em pauta na próxima vez que tiver a oportunidade de conversar
com ele. Seu chefe poderá lhe surpreender
e dar cabo daquilo que o aborrece. E mais: a informação que você vai dar irá
alertar a gerência para possíveis entraves e fatos que podem afundar toda uma
equipe, e não apenas a você.
Assinar:
Postagens (Atom)
